
Esse é mais um capítulo escabroso do Estado de Exceção que o Brasil vive atualmente.Eduardo Tagliaferro era, na prática, o chefe da censura na Justiça Eleitoral. Ele próprio confessou que o órgão criado para combater a “desinformação” foi usado sistematicamente para censurar e perseguir a direita.
Em vez de sua denúncia resultar numa investigação séria sobre a conduta do ministro Alexandre de Moraes e do próprio Poder Judiciário, Tagliaferro virou alvo: sofre pedido de prisão e extradição, após se mudar para a Itália.O caso ganha contornos ainda mais graves porque Moraes atua como juiz em causa própria. Foi ele quem presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2022, exatamente no período em que Tagliaferro comandava o setor de “combate à desinformação”.
- Gilmar diz a Lula que vai “vigiar o TSE nestas eleições”
- Michelle toma nova e inesperada atitude sobre Eduardo e Carlos
- URGENTE: Depois de Trump, mais um presidente internacional recebe Flávio e crava vitória do senador
- Flávio Bolsonaro se revolta e toma atitude forte contra Janones
- Nova pesquisa põe o Planalto em pânico com queda de Lula e reação de Flávio (veja o vídeo)
O que já era grave tornou-se kafkiano: Moraes atropelou procedimentos legais para acelerar o processo contra Tagliaferro, determinando que a Defensoria Pública apresentasse defesa mesmo sem que o acusado tivesse sido devidamente citado.A própria Defensoria Pública da União (DPU) tem se recusado a atuar, negando-se a dar um verniz de legalidade a um processo repleto de nulidades. Não se pode ignorar ainda o papel vergonhoso do Procurador-Geral da República, que tem referendado essa perseguição.
Até quando vamos aceitar isso?
