
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal conclua em até 30 dias o inquérito que investiga o influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido nas redes como Monark. A decisão estabelece prazo para que a investigação seja finalizada após período prolongado sem novas movimentações relevantes.
A investigação foi aberta em 2023 para apurar a suposta prática do crime de desobediência a decisão judicial. O caso está relacionado à criação de novas contas em redes sociais após determinações judiciais que haviam ordenado o bloqueio de perfis anteriormente utilizados pelo influenciador.
- Eduardo chega em Washington participa de jantar com senadores e reforça artilharia contra Moraes
- Carta da família de jovem morta lançada sem cordas de rope jump sensibiliza a web e fala em crime “inaceitável”
- Com Lula, lucro dos bancos bate novo recorde
- URGENTE: Mendonça pode determinar a prisão do diretor geral da PF, diz ex-governador (veja o vídeo)
- Jaques Wagner vai assumir a condição de “laranja” (veja o vídeo)
De acordo com os autos do processo, o inquérito permaneceu cerca de um ano sem avanços significativos. A última movimentação relevante ocorreu quando a empresa ByteDance, responsável pela plataforma TikTok, encaminhou informações sobre uma conta que teria ligação com o influenciador investigado.

Com a decisão mais recente do ministro do STF, a Polícia Federal deverá concluir diligências pendentes, reunir os dados coletados ao longo da investigação e elaborar um relatório final sobre o caso.
Após a conclusão dessa etapa, o material será enviado ao Ministério Público Federal, que ficará responsável por analisar o conteúdo do inquérito. Caberá ao órgão decidir se apresenta denúncia formal contra Monark ou se solicita o arquivamento da investigação.
