
Ficou claro para qualquer um que acompanha o caso com mínima isenção: a história da captação de patrocínio de Flávio Bolsonaro era frágil, cheia de inconsistências, valores contraditórios e fontes duvidosas — como sempre, com a assinatura do Intercept.Tratava-se, mais uma vez, de uma tentativa tosca de desconstruir a imagem do candidato que mais incomoda Lula nas pesquisas.
Mesmo assim, os militantes fardados da Globo — incluindo a “maluzinha arrependida” — não fizeram a lição de casa. Saíram ao vivo com sede de sangue, sem antes olhar o próprio telhado de vidro.Quando Flávio rebateu mostrando que a própria Globo recebeu R$ 160 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro para bancar o programa de Luciano Huck, a reação foi patética: diarreia ao vivo, desespero e incompetência escancarada.
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Ora, até Jeffrey Epstein já foi tratado como cidadão ilibado. Até Lula já conseguiu crédito nas Casas Bahia antes de ser condenado como ladrão.Essa é a imprensa brasileira atual: patética, amadora e seletiva.E vai piorar. Basta Lula pagar mais.
