Em um encontro realizado nesta terça-feira (8), na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), representantes dos Poderes Legislativo e Executivo voltaram a debater o impopular aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), defendido pelo governo Lula (PT) como solução para aumentar a arrecadação.

Durante a reunião, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garantiu que o governo federal fará de tudo para convencer o STF da constitucionalidade da medida, tentando driblar o desgaste político e a rejeição generalizada no Congresso. Porém, Motta foi direto: aumento de impostos não passa, e recomendou que o Planalto pare de inventar taxas e comece a cortar os próprios gastos.

Estiveram presentes também o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP); a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR); o ministro da AGU, Jorge Messias; e os líderes do governo no Congresso: Randolfe Rodrigues (PT-AP), Jaques Wagner (PT-BA) e José Guimarães (PT-CE). A reunião, no entanto, não trouxe nenhuma definição concreta.

A cúpula do Congresso desconfia que o governo Lula liberou sua militância para atacar o Parlamento, mesmo com discursos brandos diante das câmeras. O clima é de desconfiança, e o impasse segue firme, com novas conversas previstas para esta quarta-feira entre Motta, Alcolumbre e os líderes partidários. O STF, por sua vez, suspendeu qualquer avanço no caso e marcou uma audiência de conciliação para o dia 15, sob mediação do ministro Alexandre de Moraes.

Enquanto isso, o governo petista insiste em mais impostos, mesmo sob reprovação popular e resistência política crescente. O recado do Congresso foi claro: chega de meter a mão no bolso do brasileiro para cobrir os rombos da gastança petista.

By Jornal da Direita Online

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