
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou o envio de mais 500 integrantes da Guarda Nacional para Washington D.C., poucas horas após dois agentes serem baleados na quarta-feira (26). Um dos policiais morreu e o outro permanece em estado grave, elevando a pressão por respostas rápidas à escalada da violência. A decisão reforça o compromisso do governo em ampliar a segurança pública, tema central da gestão do presidente Donald Trump.
Em declaração diante do Pentágono, Hegseth classificou o ataque como “triste” e “covarde”, destacando que o episódio apenas fortalece sua determinação em tornar a capital americana mais segura. Segundo ele, a crescente violência urbana é resultado direto de anos de políticas fracassadas, que deixaram a população vulnerável. O secretário afirmou que o fortalecimento da tropa é uma medida necessária diante do aumento dos crimes violentos na região.
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Hegseth lembrou que o reforço atende a um pedido feito por Trump, ainda em 11 de agosto, para ampliar o contingente militar como forma de proteger áreas críticas da cidade. O secretário declarou que esta ação é parte de um plano mais amplo do governo para restaurar a ordem e reafirmar a autoridade do Estado. Para ele, a vitória eleitoral de Trump refletiu a busca dos americanos por segurança, estabilidade e enfrentamento direto ao crime organizado.
O ataque que motivou a decisão também reacendeu o debate sobre a fragilidade da segurança em Washington e a necessidade de medidas firmes. Hegseth afirmou que a presença reforçada da Guarda Nacional atuará tanto na prevenção quanto na resposta rápida a incidentes graves. A iniciativa recebeu apoio de setores que defendem políticas mais rígidas e enxergam no governo Trump uma postura firme no combate à violência urbana.
