
Advogados juntaram registros de entrada do Palácio da Alvorada que contradizem investigação da Polícia Federal
A defesa de Filipe Martins obteve novos documentos que enfraquecem ainda mais a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele, ex-assessor da Presidência para Assuntos Internacionais.
No interrogatório de Martins no Supremo Tribunal Federal (STF) realizado na quinta-feira, 24, os advogados apresentaram documentos de entrada no Alvorada. Estes foram fornecidos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que divulgou os dados em resposta a um pedido feito com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) em janeiro de 2023, já durante o governo de Lula.
As datas de 19/11/2022 e 7/12/2022, citadas pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria Geral da República (PGR), não mostram a presença de Martins no palácio, de acordo com as planilhas. Durante esse período, supostamente ocorreram reuniões com o objetivo de provocar uma “ruptura institucional”, conforme as alegações. A PF forneceu uma lista de indivíduos que estiveram no palácio para confirmar a presença de Martins no Alvorada, incluindo Filipe. Entretanto, o nome do ex-assessor é listado como “Felipen” e “Felipe”. A PF afirma que o documento, escrito à mão, é oriundo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
A seguir, documentos da PF e aqueles apresentados, agora, pela defesa.




