Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se posicionou de forma veemente contra as sanções aplicadas pelos Estados Unidos a membros do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e a setores da economia nacional.

Com tom incisivo, a OAB repudia a intervenção externa, renovando seu “compromisso com a soberania nacional” e dizendo que apenas as instituições brasileiras têm legitimidade para tratar de questões jurídicas internas. A nota ainda afirma que a entidade está ao lado de “todos os cidadãos brasileiros atingidos pelas medidas”, o que inclui os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e o procurador Paulo Gonet — alvos diretos das sanções impostas pelo governo do presidente Donald Trump.

Sem citar nomes, o texto também faz um apelo à união nacional e à defesa do Judiciário, além de criticar qualquer tentativa de “ideologização” do conflito, mesmo com o claro viés pró-STF que transparece em todo o conteúdo da nota. A entidade também sugere que o Brasil evite retaliações diplomáticas e busque o “diálogo”, mas sem abrir mão de sua “autonomia e dignidade institucional”.

A manifestação da OAB escancarou seu alinhamento com setores hoje questionados por milhões de brasileiros, especialmente no que diz respeito às decisões recentes de Alexandre de Moraes, duramente criticadas por juristas, parlamentares e lideranças internacionais. Ao invés de defender a liberdade e o devido processo legal para todos, a OAB se posiciona como escudo político de uma elite jurídica cada vez mais distante da sociedade.

By Jornal da Direita Online

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