
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) enviou um relatório ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), detalhando os momentos que antecederam a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento destaca que havia risco de morte no momento em que foi necessário o encaminhamento urgente ao hospital, evidenciando a gravidade do quadro clínico apresentado naquele dia.
De acordo com o registro oficial, a escolta foi iniciada às 6h52, após avaliação da equipe médica que indicou a necessidade imediata de transferência. A condução ocorreu sob protocolo de emergência e foi concluída por volta das 8h55, quando Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília, onde passou a receber atendimento especializado.
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Ainda no primeiro dia de internação, o ex-presidente recebeu visitas de familiares, incluindo a esposa, Michelle Bolsonaro, e a filha Laura, demonstrando o acompanhamento próximo da família durante o início do tratamento. A presença familiar foi considerada importante no apoio ao paciente durante o momento delicado de saúde.
Em atualização divulgada nesta sexta-feira (20), a equipe médica informou que Bolsonaro apresenta boa evolução clínica, com melhora nos exames laboratoriais. Apesar dos avanços, os médicos ressaltaram que ainda não há previsão de alta, sendo necessário manter o tratamento e a observação contínua no ambiente hospitalar.
O ex-presidente segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob monitoramento constante. A internação coincide com uma data simbólica, já que Bolsonaro completa 71 anos no dia 21 de março, devendo permanecer hospitalizado. O envio do relatório ao STF ocorre no contexto de análises judiciais relacionadas ao estado de saúde do ex-presidente, mantendo o caso em destaque no cenário político nacional.
