
Investigadores que acompanham o caso Daniel Vorcaro afirmam que o entorno do banqueiro atua de forma articulada para esvaziar o protagonismo do ministro André Mendonça como relator da delação premiada.A estratégia tem como objetivo reduzir a influência de Mendonça na condução do processo. Caso o ministro não homologue o acordo de colaboração, o plano é levar a discussão para a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.
Fontes ligadas à investigação veem no movimento uma tentativa clara de influenciar tanto a tramitação quanto a narrativa do caso. O ambiente é comparado ao período posterior à Operação Lava Jato, quando decisões judiciais passaram a ser contestadas também no campo político e institucional.Para os investigadores, o processo já extrapolou a esfera puramente jurídica. Há uma disputa de narrativas sobre os fatos e percepção de forte pressão institucional para direcionar os rumos da apuração.
- “Vítima” de Flávio Dino é eleito senador e manda recado assustador ao ministro (veja o vídeo)
- “Vítima” de Flávio Dino é eleito senador e manda recado assustador ao ministro (veja o vídeo)
- Urgente: Rogério Marinho passa mal e é levado às pressas para hospital em Brasília
- Surge a incrível reação de Bolsonaro com o resultado do primeiro turno
- Flávio Bolsonaro ganha dois reforços de peso para o 2º turno
A avaliação interna é de que o entorno de Vorcaro aposta no atual “sistema pós-Lava Jato”, no qual as articulações políticas e institucionais funcionam de forma diferente do auge da operação.Caso a homologação seja negada por Mendonça, o tema deve ser levado à Segunda Turma do STF, composta atualmente por cinco ministros: Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques e o próprio André Mendonça.
Siga nossas redes sociais e fique por dentro das principais notícias, análises e conteúdos exclusivos.
