
A Polícia Federal determinou o afastamento preventivo de Eduardo Bolsonaro de suas funções como escrivão da corporação. A medida permanecerá em vigor até a conclusão do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado para apurar supostas faltas não justificadas.
O procedimento foi aberto no fim de janeiro, após o servidor não ter retomado suas atividades. Eduardo está nos Estados Unidos desde o ano passado e, em 18 de dezembro, teve o mandato de deputado federal encerrado, o que formalizou sua saída da Câmara dos Deputados.
- Grupo Globo começa a pedir prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
- Viviane Barci parte para o confronto direto contra o relator da CPI do Crime Organizado
- “Vorcaro já sabia da investigação na PGR. Acessava dados quatro dias antes da prisão”, afirma senador
- Novas mensagens de Vorcaro vazam e revelam encontro com Moraes, Motta e Ciro
- Filme com Wagner Moura perde tudo que disputou nas categorias do Oscar
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e prevê, como parte das medidas cautelares, a entrega da carteira funcional e da arma institucional enquanto durar a apuração. O PAD poderá resultar em penalidades que variam de advertência à demissão, conforme o desfecho da investigação interna.
Segundo as normas administrativas, o afastamento preventivo é instrumento utilizado para garantir a regularidade do processo disciplinar e preservar o funcionamento da instituição durante a apuração dos fatos.
O caso seguirá os trâmites internos da corporação, assegurando direito de defesa e contraditório ao servidor até a conclusão do procedimento.
