
O barraco histérico protagonizado por uma ativista de esquerda durante entrevista com Eduarda Campopiano é mais do que um surto isolado: é um retrato fiel da cultura performática da esquerda radical.
Feminismo? Empoderamento? Ou apenas psicopatia galopante vestida de militância? Todas essas características parecem se concentrar na “esquerdista do sapato 44”, que perdeu completamente o controle diante das câmeras.A pergunta feita por Eduarda foi cirúrgica e merece ser respondida:
— E se fosse um homem?
- Flávio se manifesta sobre inesperada carta escrita por Jair Bolsonaro (veja o vídeo)
- Jair Bolsonaro não deixa pedra sobre pedra em trama de oportunistas (veja o vídeo)
- Michelle bate o martelo
- Pesquisa confirma Marcel na liderança isolada na corrida para o Senado no RS
- Juiz que condenou pais por homeschooling passa a ser investigado e pode sofrer dura penalidade
A reação certamente seria outra. Eduarda tem todo o direito de processar a agressora. O episódio expõe, mais uma vez, o padrão: para essa ala da esquerda, tolerância e civilidade valem apenas quando convém.Um espetáculo lamentável que revela muito mais do que pretendia esconder.
Veja o vídeo:
