
O senador Sérgio Moro consolida sua posição como forte favorito à sucessão do governo do Paraná. Ele acaba de receber o apoio de um partido que, até então, pretendia lançar candidato próprio. O Democracia Cristã anunciou apoio a Moro e abriu mão da candidatura de Toni Garcia, empresário que havia construído sua pré-candidatura com fortes críticas ao senador. A mudança representa uma reviravolta na estratégia da legenda.
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A decisão amplia a base de apoio em torno de Moro e demonstra confiança em um projeto centrado no combate à corrupção, na defesa da justiça, da segurança pública e de um Paraná cada vez mais forte.
Garcia era visto por aliados como o nome que entraria na disputa para confrontar diretamente o senador nos debates e entrevistas. O empresário alega ter atuado como informante da força-tarefa e afirma ter recebido ordens para realizar gravações e coletar informações durante o período em que Moro era juiz federal. O senador sempre negou as acusações, classificando as declarações como tentativa de vingança.
Com a intervenção da direção nacional do partido, no entanto, o espaço para essa estratégia praticamente desapareceu.
