
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt, que tem entre seus sócios o ministro Dias Toffoli. A medida havia sido aprovada pela CPI do Crime Organizado para apurar a venda de um resort a um fundo ligado ao empresário Daniel Vorcaro, relacionado ao Banco Master.
- Mídia putrefata já pede punição por uso de IA de Jair Bolsonaro na convenção do PL
- Governo Lula “chuta o pau da barraca” e já admite rombo fiscal bilionário
- A “escolha” feita por Eduardo Leite e a desculpa esfarrapada
- Michelle na convenção do PL, um novo e decisivo impulso à campanha de Flávio (veja o vídeo)
- O retorno triunfal de Carla Zambelli (veja o vídeo)
A decisão interrompe, por ora, os efeitos da deliberação da comissão. Em paralelo, o ministro André Mendonça, atual relator do caso Master, já havia determinado que dois irmãos de Toffoli não são obrigados a prestar depoimento na CPI, garantindo a eles o direito ao silêncio. As decisões ampliaram o debate político em torno da condução das investigações.
No entanto, alegações mais graves que circulam em redes sociais e em materiais promocionais — como supostos relatos envolvendo festas ou condutas ilícitas — não constam em decisões judiciais públicas confirmadas até o momento. Qualquer afirmação nesse sentido depende de comprovação formal nos autos e de validação pelas autoridades competentes.
