
Astuto, oportunista e, ao que tudo indica, pouco estratégico, Lula aposta em criar uma treta com os Estados Unidos para fabricar comoção, posar de defensor da “soberania” e tentar conquistar votos para a reeleição.
Entre uma declaração polêmica e outra, ele segue escalando o confronto com xingamentos e bravatas, num exemplo clássico da “diplomacia” lulista.
O problema é que Lula parece acreditar que os EUA funcionam como o Brasil, onde é possível “meter o louco” sem grandes consequências.
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Tudo indica que ele pode se dar muito mal.Fontes em Washington indicam que, nos próximos dias, Donald Trump deve endurecer ainda mais as medidas contra o Brasil, com novas tarifas e ações que podem atingir diretamente figurões do governo e do entorno de Lula — inclusive sua “cuidadora”.
Há até especulação sobre a possível expulsão da embaixadora brasileira, Maria Viotti.Para o Brasil real — aquele que trabalha, produz e paga a conta —, a perspectiva é péssima. O país já combalido pode se tornar ainda menos atrativo para investimentos, geração de empregos e desenvolvimento econômico.
Para Lula e sua cúpula, porém, pouco importa. O que interessa é a estratégia eleitoral: criar um inimigo externo para tentar se reeleger, mesmo que sobre uma terra arrasada.Se a mira americana for precisa, a tática de Lula pode se transformar em um tiro no pé monumental.
Os alvos preferenciais são justamente aqueles que financiam e sustentam politicamente o governo. E a narrativa de “defesa da soberania” já não convence quase ninguém. A soberania que o povo brasileiro realmente deseja é se livrar de Lula e do lulismo.
