
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou que tomou medidas judiciais contra Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) após ser alvo de acusações durante os trabalhos da comissão. Segundo o parlamentar, ambos o acusaram de estupro de vulnerável, o que ele nega de forma categórica.
Em manifestação pública, Gaspar informou que protocolou representações na Polícia Federal, no Supremo Tribunal Federal e na Procuradoria-Geral da República, solicitando apuração completa dos fatos. Ele sustenta que as acusações são infundadas e configuram crime contra a honra, colocando-se à disposição para colaborar com qualquer meio de prova, incluindo exame de DNA.
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Além da via judicial, o deputado afirmou que pretende avançar também na esfera política, indicando que poderá solicitar a cassação dos mandatos dos parlamentares envolvidos. Segundo ele, também buscará responsabilização penal pelas declarações feitas, reforçando que pretende levar o caso até as últimas consequências.
De acordo com Gaspar, as acusações teriam sido utilizadas como estratégia para impedir o avanço da CPMI do INSS, especialmente em um momento sensível da comissão. O parlamentar declarou estar determinado a seguir com as medidas legais e afirmou que o caso terá desdobramentos nas esferas jurídica e política.
Em novas declarações, ele reforçou que já acionou as autoridades competentes e cobrou rapidez nas apurações. O deputado afirmou estar indignado com a situação, mas confiante de que os fatos serão esclarecidos, mantendo sua disposição de colaborar integralmente com as investigações.
