
Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, o Exército Brasileiro cumpre nesta sexta-feira (10) três mandados de prisão contra militares investigados no contexto de apurações relacionadas à chamada “trama golpista”. As ordens foram expedidas após a rejeição de recursos apresentados pelas defesas, o que deu início à execução das penas.
Os militares alvos da decisão integram o chamado núcleo 4 da investigação, apontado como responsável por ações de desinformação. Entre os nomes citados estão : Ângelo Denicoli -major da reserva do Exército, Giancarlo Rodrigues -subtenente, Guilherme Almeida – tenente-coronel, que passam a cumprir as determinações judiciais conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.
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De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, esse núcleo teria atuado no monitoramento e na realização de ataques virtuais dentro de um plano mais amplo. Segundo a acusação, as ações estariam ligadas a tentativas de ruptura da ordem democrática, o que fundamenta a gravidade das medidas adotadas.
Além dos três militares presos, outros dois nomes vinculados ao mesmo núcleo são considerados foragidos. Trata-se de: Reginaldo Abreu – coronel do Exército, Carlos e César Moretzsohn Rocha -presidente do Instituto Voto Legal, que ainda não foram localizados pelas autoridades responsáveis pelo cumprimento das ordens judiciais.
O caso segue em andamento e faz parte de um conjunto mais amplo de investigações conduzidas por órgãos como o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República. As apurações continuam, com novos desdobramentos sendo acompanhados de perto por autoridades e pela sociedade.
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