
Entre os integrantes do Ministério Público Federal a revolta é geral com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, segundo reportagem de Robson Bonin, da VEJA.
Um integrante da cúpula da PGR afirmou que a primeira instância “está pegando fogo” diante da postura adotada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) na crise.
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“É difícil silenciar 1.000 procuradores da República”, afirmou o interlocutor, ao relatar a pressão interna contra Gonet.
O procurador-geral passou a ser questionado após aparecer em mensagens de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, que o tratava como um possível aliado. Gonet nega qualquer atuação ilegal e, após a divulgação do relatório da PF, apresentou parecer defendendo a anulação das provas.
A crise também ganhou repercussão externa: OAB e Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal pediram que Gonet se afaste de investigações relacionadas ao Banco Master.
Um vexame sem precedentes. Uma vergonha.
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