
Ganhou grande repercussão nesta terça-feira (5) o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) favorável à progressão de pena de Walter Delgatti para o regime aberto.
Atualmente, o hacker cumpre pena na Penitenciária II de Potim, no interior de São Paulo, para onde foi transferido da unidade de Tremembé. O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela execução penal do caso. O parecer é assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet.
- Com apenas um print, Eduardo escancara o jogo do “sistema”
- Sargento Fahur entra na polêmica do Ypê e deixa a esquerda em “parafuso” (veja o vídeo)
- Jornalista explica como funcionava o esquema bilionário de fraude do Banco Master (veja o vídeo)
- “Nunes Marques está com a faca e o queijo na mão para fazer Justiça”
- Planalto “estremece” e tudo o que aconteceu nesse dia é revelado
Segundo a PGR, Delgatti — figura conhecida por ser um dos maiores inimigos de Jair Bolsonaro — preenche todos os requisitos objetivos e subjetivos da Lei de Execução Penal. Relatórios da penitenciária destacam seu “ótimo comportamento carcerário”, o que sustenta o pedido de progressão.“Estão atendidos os requisitos objetivos e subjetivos exigidos para a progressão de regime prisional”, concluiu a Procuradoria.
Delgatti foi condenado a oito anos e três meses de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele também responde por ter expedido um mandado de prisão falso contra o próprio ministro Alexandre de Moraes, supostamente a pedido da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP). O documento chegou a ser incluído no Banco Nacional de Mandados de Prisão.A condenação transitou em julgado em junho de 2025, quando Moraes determinou o cumprimento inicial em regime fechado. Em janeiro deste ano, já havia sido autorizada a progressão para o semiaberto, também com parecer favorável da PGR.
