
Um pedido urgente foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, solicitando a interrupção do mandado de prisão contra o advogado Silvio Rocha, de 58 anos, condenado a 14 anos de reclusão em decorrência dos acontecimentos de 8 de janeiro.
De acordo com a defesa, o estado de saúde do acusado é extremamente delicado e exige cuidados médicos contínuos e imediatos. Rocha enfrenta um quadro de câncer e está em fase avançada de avaliação para um possível transplante de medula óssea, após a identificação de um doador compatível, etapa considerada decisiva para suas chances de sobrevivência.
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Além da doença principal, os advogados destacam que o paciente também sofre com depressão e complicações cardíacas, fatores que agravam significativamente seu quadro clínico geral. Segundo a equipe jurídica, essas condições tornam o ambiente prisional inadequado para garantir o tratamento necessário.
O documento protocolado em 20 de abril ainda relata um episódio recente que teria piorado a situação física do advogado. Conforme descrito, ele sofreu uma queda no banheiro, resultando na quebra do box e em um ferimento grave no joelho esquerdo, que exigiu sutura com mais de 30 pontos e posteriormente apresentou infecção.
Na petição, a defesa argumenta que o cumprimento imediato da prisão poderia comprometer seriamente a continuidade do tratamento médico, incluindo exames preparatórios e o próprio transplante. Segundo os advogados, a medida representaria risco concreto à vida do paciente, diante das limitações estruturais do sistema prisional para lidar com casos clínicos complexos.
