A chamada estratégia da manada — ferir a vítima, enfraquecê-la e separá-la do grupo — não é novidade. Agora, esse método parece estar sendo aplicado contra Nikolas Ferreira e Tarcísio de Freitas, dois nomes que despontam como fortes lideranças da direita para as eleições de 2026. O jogo político já está em andamento e os alvos são claros.

No caso de Nikolas, ele se tornou uma ameaça concreta para o governo de Minas Gerais, cargo estratégico para o futuro da direita. Como o acordo de Lula com Rodrigo Pacheco precisa prevalecer, Nikolas virou o inimigo número um. Minas é peça-chave no tabuleiro eleitoral, e enfraquecê-lo agora é uma forma de minar o avanço da direita no estado antes da disputa presidencial.

Com Tarcísio de Freitas, o método é semelhante. Sujar sua imagem, desgastar sua base de apoio e afastá-lo de Bolsonaro é a tática da vez. A esquerda e o Centrão não escondem esse objetivo. O problema é quando influenciadores de direita, por vaidade ou interesse, acabam ajudando nesse trabalho sujo, reforçando narrativas que servem apenas ao inimigo político.

Quando Tarcísio deixar o cargo de governador, muitos desses mesmos influenciadores dirão que ele desistiu porque “Eles” o pressionaram, como se realmente tivessem poder para tanto. E, quando Bolsonaro puder finalmente voltar a falar e colocar a verdade às claras, esses mesmos personagens farão cara de paisagem, fingindo que nunca atacaram. Mas o aviso já está dado: a memória não falhará, e cada um será lembrado pelo que fez.

By Jornal da Direita Online

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