
O jornalista Cláudio Dantas encurralou o CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, responsável pela pesquisa que, com metodologia questionável, colocou Lula muito à frente de Flávio Bolsonaro.No X, Dantas expôs:
“Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção.”
- Em decisão sobre prisão, Moraes dá 48h a Bolsonaro
- URGENTE: Moraes toma decisão sobre prisão de Bolsonaro
- Em ataque de fúria, Lula faz gesto obsceno
- Flávio vai aos EUA e promete defender o Pix cara a cara com Donald Trump
- Carta aberta à Michelle Bolsonaro
Dantas argumenta que, se o instituto realmente fosse isento, já teria questionado os eleitores sobre o envolvimento de Lula e do PT no escândalo do Banco Master.“Desde que o escândalo veio à tona, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o caso só foi tratado superficialmente em uma pesquisa de março sobre a confiança no Supremo.
E mesmo assim, foram apenas 6 perguntas genéricas, sem citar o contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci, a compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá, os encontros secretos de Lula com o banqueiro, a contratação de Guido Mantega e Ricardo Lewandowski, nem as relações de Rui Costa e Jaques Wagner com sócios e advogados de Vorcaro”, completou.
Enquanto isso, nas perguntas sobre Flávio Bolsonaro, o instituto usou gatilhos emocionais claros: se o áudio surpreendeu, se ele estaria diretamente envolvido no escândalo e se deveria desistir da candidatura à Presidência.Alerta: AtlasIntel ataca Flávio e o STF, mas protege Lula no caso Banco Master.
