
No início da gestão de Donald Trump, o empresário Elon Musk foi alvo de ataques ferozes da mídia alinhada à esquerda. O estopim foi um gesto espontâneo durante um discurso, quando Musk levou a mão ao peito em sinal de gratidão, “entregando o coração” ao povo americano. A reação foi desproporcional: de forma irresponsável e covarde, setores da imprensa chegaram a rotulá-lo como nazista.
O contraste veio agora. Em sua posse, o político nova-iorquino Zohran Mamdani repetiu o mesmo gesto. Desta vez, nenhum escândalo, nenhuma manchete histérica, nenhum tribunal midiático improvisado. O silêncio foi absoluto.
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A diferença de tratamento escancara a seletividade. Quando o gesto partiu de Musk, houve linchamento moral. Quando veio de um aliado ideológico, a imprensa preferiu fingir que nada aconteceu. Dois pesos, duas medidas, aplicadas sem pudor.
Musk, claro, não deixou passar. A reação veio com ironia e exposição do óbvio: o problema nunca foi o gesto. O problema é quem faz o gesto.
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