
No início da gestão de Donald Trump, o empresário Elon Musk foi alvo de ataques ferozes da mídia alinhada à esquerda. O estopim foi um gesto espontâneo durante um discurso, quando Musk levou a mão ao peito em sinal de gratidão, “entregando o coração” ao povo americano. A reação foi desproporcional: de forma irresponsável e covarde, setores da imprensa chegaram a rotulá-lo como nazista.
O contraste veio agora. Em sua posse, o político nova-iorquino Zohran Mamdani repetiu o mesmo gesto. Desta vez, nenhum escândalo, nenhuma manchete histérica, nenhum tribunal midiático improvisado. O silêncio foi absoluto.
- STJ toma decisão sobre novo pedido de liberdade para Deolane
- Mais um tiro no pé: Trump prepara ações mais duras contra Lula e seu entorno
- Nunes Marques dá prazo de 15 dias para Janones
- A imprensa livre, hoje irreconhecível, virou uma máquina de propaganda enganosa
- André Mendonça aplica lição no “sistema” em discurso histórico (veja o vídeo)
A diferença de tratamento escancara a seletividade. Quando o gesto partiu de Musk, houve linchamento moral. Quando veio de um aliado ideológico, a imprensa preferiu fingir que nada aconteceu. Dois pesos, duas medidas, aplicadas sem pudor.
Musk, claro, não deixou passar. A reação veio com ironia e exposição do óbvio: o problema nunca foi o gesto. O problema é quem faz o gesto.
Veja o vídeo.
