O delegado da Polícia Federal, Bruno Bergamaschi, se recusou a aprofundar informações sobre as investigações da roubalheira bilionária no INSS, durante sessão sigilosa da CPMI do INSS, realizada nesta quinta-feira (29). A resistência gerou tensão e levou o relator, deputado Alfredo Gaspar, a ameaçar dar-lhe voz de prisão caso a postura fosse mantida.

O impasse só foi contornado após a intervenção do presidente da comissão, senador Carlos Viana, que conseguiu convencer o relator a não levar a medida adiante. Ainda assim, a advertência foi vista como recado claro de que a CPMI não aceitará obstáculos nas apurações sobre os desvios que atingiram aposentados e pensionistas.

Após a sessão, Alfredo Gaspar usou as redes sociais para reafirmar sua posição dura. “Não vai ter moleza para ninguém! Foram mais de 12 horas de trabalho na CPMI do INSS. Avançamos nas investigações, ouvimos testemunhas importantes e conseguimos informações que vão fortalecer o relatório. É inadmissível que um roubo bilionário contra aposentados e pensionistas tenha acontecido sem que as instituições reagissem”, escreveu.

As declarações reforçam a promessa de que a comissão não aliviará para autoridades, servidores ou investigados que tentem dificultar os trabalhos. O escândalo do INSS, considerado um dos maiores golpes contra aposentados da história, segue no centro das atenções, com expectativa de que novas revelações aumentem a pressão sobre os responsáveis e exponham falhas graves na fiscalização.

By Jornal da Direita Online

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