
O presidente Donald Trump assistiu à final da NBA, em Nova York, no Madison Square Garden, ao lado do dono do Knicks, James Dolan. A ida ocorreu em uma cidade dominada por imigrantes ilegais e comandada por um prefeito democrata muçulmano nascido em Uganda, eleito sem identificação do eleitor.
Houve um misto de vaias e aplausos, com a multidão entoando “USA! USA! USA!”. No entanto, os canais da grande mídia americana só destacaram as vaias.Aqui no Brasil, o roteiro é o mesmo. A velha mídia mostra imagens de manifestações de direita quase vazias antes mesmo de as pessoas chegarem, para dizer que “rua de direita lotada é nicho”.
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Já uma Parada LGBT com público inflado vira “três milhões de pessoas”, enquanto atos de esquerda com pouca gente são escondidos ou minimizados.Essa falta de apoio popular faz parte do tripé da fraude eleitoral usado globalmente:
- Pesquisas manipuladas que inflacionam o apoio à esquerda e subestimam a direita;
- Urnas eletrônicas sem voto impresso auditável;
- Mídia que cria a narrativa de que o conservadorismo é “minoria”.
As pesquisas encomendadas mostram sempre o candidato da esquerda à frente, muitas vezes fora da margem real de erro. A contagem eletrônica “confirma” o resultado. E a suposta falta de apoio popular vira “fato consumado”.É o mesmo padrão visto em diversas eleições recentes no Ocidente.
Quando não conseguem vencer nas urnas, partem para outras estratégias — inclusive tentativas de eliminação física de candidatos de direita.Apoio popular? Ignorado.
Fraude nas urnas? “Teoria da conspiração”.
No Brasil? Se questionar, pode acabar no xilindró.O jogo está cada vez mais escancarado.
