Sou o amanhecer do mundo e a última estrela que cai na noite. Assim como tomei a forma de Caius Calígula, eu posso tomar a forma de qualquer um. Sou todos os homens e não sou nenhum. Portanto, sou um deus.” (Caio Júlio César Augusto Germânico, imperador romano de 37 d.C. a 41 d.C., conhecido como Calígula. Mas esta frase, hoje, poderia ser atribuída perfeitamente a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, por sua atuação persecutória contra as vítimas do 08 de janeiro de 2023, inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro).

O poder sem moral transforma-se em tirania.” (James Balmes, filósofo espanhol, 1810–1848). A frase resume o momento atual do Brasil, onde a Suprema Corte, comandada por Moraes, passou a agir como um verdadeiro tribunal de exceção.

Mesmo sem foro privilegiado, diversos cidadãos — e até Bolsonaro — estão sendo julgados diretamente pelo STF, sem o direito ao duplo grau de jurisdição, ou seja, sem a possibilidade de recorrer a uma instância superior. É um flagrante desrespeito à Constituição e ao Código de Processo Penal (CPP).

Enquanto isso, o ex-presidiário Lula da Silva, envolvido em escândalos de corrupção bilionários, pôde ser julgado na primeira instância em Curitiba, recorrer à segunda instância no TRF-4, depois ao STJ e, por fim, ao próprio STF, que anulou suas condenações por um “erro de CEP” descoberto por Edson Fachin.

Ou seja, Lula, o “Princeps corruptorum” da política ocidental, teve todos os direitos constitucionais garantidos, com julgamentos sempre unânimes que o consideraram culpado. Mas para as vítimas do 08 de janeiro, inclusive Bolsonaro, Moraes e seus aliados decidiram simplesmente rasgar a Constituição, negando direitos básicos de defesa. Uma tirania sem precedentes.

Alexandre de Moraes, descrito até mesmo como alguém com características de psicopatia pela ausência de empatia, sempre escudado por seus pares no STF, ignorou a Constituição e impôs um regime de perseguição política. Esse comportamento é comparado por muitos à ditadura chavista na Venezuela, agora sendo implantada no Brasil com roupagem judicial.

A grande pergunta é: quem é o maior inimigo de Jair Bolsonaro? A resposta é óbvia: Lula da Silva, condenado por corrupção em várias instâncias, mas hoje reabilitado graças ao Supremo. E quem julgará Bolsonaro? A tristemente célebre Primeira Turma do STF, composta por ministros sem qualquer imparcialidade:

Fonte: Jornal da cidade

By Jornal da Direita Online

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