Mensagens obtidas com exclusividade revelam que deputados federais atuaram como informantes do chamado gabinete paralelo do ministro Alexandre de Moraes, integrado por assessores do STF. O deputado Nereu Crispim (PSD-RS) teria enviado a membros do grupo um vídeo postado pela atriz Regina Duarte, sugerindo ação contra a publicação.

Outra figura que participou da troca foi o ex-deputado Alexandre Frota (PSDB), que encaminhou uma postagem crítica ao cerimonial de diplomação. Um assessor chegou a comentar que o conteúdo “podia ser do TSE”, indicando o potencial impacto institucional das informações compartilhadas.

As revelações fazem parte dos desdobramentos da investigação denominada “Vaza Toga”, trazendo à tona o envolvimento direto de parlamentares em operações informacionais que alimentavam decisões judiciais e institucionais. É um indicativo do entrelaçamento entre base política e setor técnico do Judiciário.

O episódio mostra como o gabinete paralelo operava com fluidez entre os Poderes, captando insumos de representantes eleitos para embasar condutas de corte, apontando para tensões evidentes entre autoridade pública eleita e aparato judicial. A integridade e a separação entre instâncias estão novamente sob escrutínio.

A prática, se confirmada, pode reforçar críticas sobre a politização de decisões judiciais, além de questionar a imparcialidade de redes de apoio que deveriam permanecer em segundo plano. O caso promete aprofundar o debate sobre limites institucionais entre Legislativo e Judiciário.

By Jornal da Direita Online

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