
A Embaixada dos Estados Unidos na Venezuela fez uma declaração direta e explosiva neste domingo (27), ao afirmar publicamente que o regime de Nicolás Maduro “não vai durar para sempre”. Em mensagem publicada no X, os representantes americanos se dirigiram diretamente ao povo venezuelano, garantindo que a liberdade e a democracia retornarão à terra de Simón Bolívar, hoje oprimida por uma ditadura brutal e mergulhada no caos.
Horas antes, o governo Trump, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, já havia dado o tom da nova ofensiva diplomática. Em tom firme, Rubio escreveu que “Maduro NÃO é o presidente da Venezuela”, acusando o chavista de liderar uma organização narcoterrorista que tomou de assalto o país. “Ele é o chefe do cartel de Los Soles, uma facção criminosa envolvida em tráfico internacional de drogas com destino aos Estados Unidos”, declarou Rubio.
O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou novas e severas sanções econômicas contra o cartel venezuelano, classificado oficialmente como organização terrorista. A medida representa mais uma etapa do cerco que o governo Trump tem imposto a regimes alinhados ao comunismo latino-americano. Para Washington, Maduro e seus comparsas não são apenas ditadores — são criminosos internacionais, e devem ser tratados como tal.
Segundo o comunicado, o cartel de Los Soles conta com lideranças do alto escalão do governo venezuelano, e mantém relações operacionais com organizações como o Tren de Aragua, também identificada como um grupo de extrema periculosidade dentro e fora da Venezuela. A denúncia internacional reforça a percepção de que o chavismo ultrapassou todos os limites, transformando o país em um verdadeiro santuário do crime organizado.
A ofensiva norte-americana tem um objetivo claro: isolar o regime de Maduro e restaurar a liberdade no país vizinho. A mensagem é igualmente simbólica para outras nações que flertam com a censura, autoritarismo e repressão, como o próprio Brasil sob a tutela de seus ministros supremos. O recado é simples: quem se alia a criminosos, acaba enfrentando as consequências internacionais.