
O barraco histérico protagonizado por uma ativista de esquerda durante entrevista com Eduarda Campopiano é mais do que um surto isolado: é um retrato fiel da cultura performática da esquerda radical.
Feminismo? Empoderamento? Ou apenas psicopatia galopante vestida de militância? Todas essas características parecem se concentrar na “esquerdista do sapato 44”, que perdeu completamente o controle diante das câmeras.A pergunta feita por Eduarda foi cirúrgica e merece ser respondida:
— E se fosse um homem?
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A reação certamente seria outra. Eduarda tem todo o direito de processar a agressora. O episódio expõe, mais uma vez, o padrão: para essa ala da esquerda, tolerância e civilidade valem apenas quando convém.Um espetáculo lamentável que revela muito mais do que pretendia esconder.
Veja o vídeo:
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