O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou uma lei que proíbe a adoção de cotas raciais e voltadas a minorias, como pessoas trans, em universidades públicas estaduais e em instituições privadas que recebam recursos do governo estadual, inclusive por meio de bolsas.

A norma vale tanto para ingresso de estudantes quanto para contratação de professores, técnicos e outros profissionais, vedando reservas de vagas, ações afirmativas ou vagas suplementares baseadas em critérios de raça, identidade de gênero ou outras minorias.

A legislação mantém apenas:

  • cotas para pessoas com deficiência;
  • critérios exclusivamente econômicos;
  • reserva de vagas para estudantes que cursaram o ensino médio em escola pública.

Embora não cite explicitamente raça ou identidade de gênero, a lei restringe os critérios permitidos, o que na prática exclui essas políticas. A medida não se aplica a instituições federais, como a UFSC e os institutos federais.

Instituições afetadas

  • Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc);
  • instituições vinculadas à Acafe;
  • faculdades privadas que recebem recursos dos programas Universidade Gratuita e Fumdesc.

Penalidades previstas

  • multa administrativa de R$ 100 mil;
  • corte de repasses públicos;
  • processo administrativo disciplinar contra agentes públicos responsáveis pelas normas dos certames.

Como já era de se esperar, a esquerda começou a surtar e já acionou o Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Gilmar Mendes determinou prazo de 48 horas para que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e o governo estadual se manifestem sobre a lei recém-sancionada.

Que situação…

Jornal da cidade

By Jornal da Direita Online

Portal conservador que defende a verdade, a liberdade e os valores do povo brasileiro. Contra a censura, contra o comunismo e sempre do lado da direita.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode compartilhar essa página copiando o link dela