
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que impede a desapropriação de terras produtivas, decisão amplamente celebrada por produtores rurais de todo o país. A medida foi interpretada como uma conquista histórica para quem vive da atividade agrícola e enfrenta insegurança jurídica após sucessivas invasões de propriedades — inclusive por grupos que se passaram por indígenas nas regiões de Guaíra e Terra Roxa. Para o setor, o novo marco representa um passo essencial para proteger quem produz e sustenta o país.
A aprovação gera efeito direto na estabilidade do campo, ampliando garantias legais contra tentativas de se tomar propriedades produtivas sob argumentos frágeis ou politizados. Produtores afirmam que finalmente o Parlamento reconheceu o peso das invasões e a ameaça que representam para a economia rural. Com regras mais claras e firmes, a tendência é de que diminua a atuação de grupos que se aproveitam de brechas legais para justificar ocupações ilegais.
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Enquanto isso, em movimento paralelo, o presidente Lula assinou um decreto criando um programa que, segundo críticos, estabelece mecanismos de proteção ao MST, organização conhecida por promover invasões e tensionar a relação com o setor produtivo. O texto abre espaço para ações como escolta policial, apoio logístico e até financiamento público, algo que gerou enorme reação negativa entre juristas, parlamentares e representantes do agronegócio.
Para os críticos, o decreto pode transformar o MST em um grupo com privilégios institucionais, reforçando sua capacidade de pressionar proprietários rurais e aumentar o número de ocupações. A preocupação é que a medida acabe oficializando um sistema de apoio estatal a quem age à margem da lei, criando um desequilíbrio perigoso entre quem produz e quem invade. O contraste entre o avanço da Câmara e o decreto presidencial acendeu alerta máximo no campo.
O resultado é um choque evidente entre duas visões de país: de um lado, o Congresso tentando fortalecer a segurança jurídica dos produtores; de outro, o governo Lula criando um ambiente que pode incentivar ainda mais conflitos agrários. Para os defensores do campo, trata-se de um absurdo que expõe a distância entre o discurso de pacificação e a prática que favorece grupos historicamente ligados a ações violentas no meio rural.
