
O pedido de extradição contra Alexandre Ramagem tende a ser rejeitado de plano, antes mesmo de chegar ao presidente Donald Trump, por um motivo jurídico e diplomático incontornável: os Estados Unidos já reconheceram oficialmente que há perseguição política no sistema de justiça brasileiro. Essa constatação levou Washington a aplicar sanções diretas contra integrantes do Judiciário, evidenciando a desconfiança crescente sobre a legalidade das decisões tomadas no Brasil.
A legislação americana é cristalina ao vedar extradições em casos de perseguição política, o que inviabiliza qualquer solicitação vinda de governos que utilizam o aparato judicial para silenciar opositores. Esse detalhe, ignorado pela grande imprensa — especialmente pela militância disfarçada de redação da Globo — destrói a narrativa de que Ramagem seria rapidamente devolvido ao Brasil. A realidade jurídica dos EUA não permite esse tipo de abuso,
- URGENTE: Alcolumbre lança nota oficial detonando Lula
- URGENTE: Defesa de Heleno “corrige” documento enviado a Moraes e situação se complica
- Juíza Ludmila entra na brincadeira e mostra “Trump” no casamento de Paulo Figueiredo
- Boulos arruma uma “boquinha” para militante do MTST
- Trump reage com 500 militares de uma só vez
E não é apenas o governo Trump que segue essa interpretação. Sob o governo Biden, o próprio Departamento de Justiça dos EUA recusou a extradição do jornalista Allan dos Santos, reconhecendo oficialmente que ele é alvo de perseguição política. Segundo relatos da imprensa, agentes do FBI foram a Brasília explicar a negativa e afirmaram que o “crime” atribuído ao jornalista eram apenas palavras, irritando profundamente o Ministério da Justiça brasileiro, que esperava submissão automática dos americanos.
Esse histórico demonstra que, independentemente do partido na Casa Branca, a posição institucional dos Estados Unidos é clara: não entregarão perseguidos políticos ao Brasil. E, diante das circunstâncias envolvendo Ramagem — condenado em um processo repleto de arbitrariedades, excessos e atropelos jurídicos —, a chance de extradição é inexistente. Ele passa a integrar uma lista crescente de brasileiros que buscaram exílio para escapar daquilo que muitos já chamam de ditadura brasileira contemporânea.
Enquanto o governo brasileiro tenta sustentar narrativas frágeis, Washington opera com base em critérios jurídicos objetivos e no respeito às liberdades civis. A tentativa de extradição, portanto, não apenas fracassará, como ampliará o constrangimento internacional do país, já visto como exemplo negativo de abuso judicial e perseguição política.

