
O vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) protocolou um pedido de cassação contra o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) após a divulgação de vídeos que mostram o parlamentar envolvido em uma briga de rua em Curitiba. As imagens circularam amplamente nas redes sociais e reacenderam o debate sobre o comportamento do petista. Para Kilter, o episódio ultrapassa todos os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo público e exige resposta imediata das instituições.
Ao comentar o caso, Kilter destacou que a briga não é um fato isolado, mas parte de um histórico repetido de controvérsias. O vereador citou episódios anteriores envolvendo Freitas, como a invasão a uma igreja e a agressão verbal a uma mulher durante um protesto em supermercado. Para ele, a reincidência demonstra uma postura incompatível com a função parlamentar e caracteriza quebra de decoro de forma clara e incontestável.
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Em sua declaração, Kilter afirmou: “Renato, você fez de novo! Não bastou invadir uma igreja, agredir verbalmente uma mulher no supermercado, agora você resolve sair no soco no meio da rua?”. O vereador reforçou que a sucessão de incidentes mostra que o deputado não respeita limites institucionais nem sociais. Por isso, decidiu protocolar novo pedido de cassação, cobrando que a Assembleia Legislativa do Paraná adote medidas firmes diante da situação.
Kilter também mencionou o abaixo-assinado criado após o protesto de Freitas em um supermercado em junho, documento que reúne mais de 21 mil assinaturas (e não 21, como citado por engano em versões preliminares). Para o vereador, o número expressivo demonstra que uma parcela significativa da população já perdeu a paciência com o comportamento do deputado e exige providências institucionais. A mobilização popular, segundo ele, é prova de que o caso extrapola o debate político e atinge valores básicos de convivência.
O episódio fortalece pressões por responsabilização e reacende questionamentos sobre até onde vai a tolerância das instituições com condutas reiteradas de confronto. A expectativa agora recai sobre a Assembleia Legislativa, que precisará deliberar sobre o novo pedido de cassação. Para setores críticos ao PT, a sequência de polêmicas envolvendo Renato Freitas evidencia um padrão e exige resposta firme para preservar a credibilidade do Parlamento.
