
O petista Lula voltou a tratar da guerra na Faixa de Gaza no discurso da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
O presidente brasileiro destacou os efeitos do conflito sobre a população palestina e disse que milhares de pessoas poderão carregar por gerações as marcas da violência.
A posição de Lula foi elogiada por uma liderança política do Hamas. Em mensagem enviada ao portal Metrópoles, Khaled Qaddoumi, representante político da organização palestina no Irã, classificou como “positiva” a postura do presidente diante do conflito.
“Essa é uma postura positiva por parte de um grupo de países que aponta para a direção certa, para o bem da humanidade. Netanyahu e outros criminosos de guerra são declarados uma ameaça à humanidade e a principal causa da instabilidade e da falta de segurança em nível global”, afirma Qaddoumi.
O representante do Hamas também disse que Lula teria optado por “estar do lado certo da história”.
“Eu, pessoalmente, considero o presidente Lula, do Brasil, como alguém que está em harmonia consigo mesmo, tanto como ser humano quanto como defensor dos direitos dos palestinos”, conclui.
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