
Ninguém precisa esperar outubro para comemorar uma ótima e previsível notícia: o PT perdeu São Paulo.
Tarcísio de Freitas vai passar o trator no candidato de Lula, o incompetente Fernando Haddad.
Lula sabe bem disso e coloca o cara do “2+2=3”, seu único poste possível, para concorrer e perder o governo de São Paulo, onde o PT nunca elegeu governador em 40 anos. Não se trata apenas de suicídio ou insanidade. É falta de opção mesmo.
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O lulismo não tem mais líderes, graças ao enorme ego deformado de seu bezerro de ouro, Lula, que demoliu — por medo de perder o poder — toda e qualquer liderança possível dentro do próprio partido, transformando o PT numa extensão de seus próprios delírios de onipotência.
Quais os nomes significativos — com representatividade popular — do lulismo
hoje no país? Gleisi, Zé Dirceu, Lindbergh?
Nenhum deles se elegeria sequer para gerente de puteiro de periferia em qualquer cidadezinha paulista.
Muito menos no estado mais rico do país, São Paulo, a locomotiva do Brasil, onde o petismo é odiado.
As pesquisas — se é que se pode confiar nelas — já indicam Flávio Bolsonaro aumentando a vantagem sobre Lula no estado, com 34% contra 30% de Lula (Quaest).
Assim, Lula vai de Haddad mesmo, consciente de que já perdeu de novo no Estado que mais produz e movimenta grana no país, grana em que adoraria meter a mão. Mas não vai.
Velho dinossauro analógico e corrupto de outras eras, atrasado e agressivo, o Lula de hoje, em fim de carreira, faz o possível e o impossível para se agarrar ao poder ilegítimo.
Só falta lançar o Bolsa Eleitor.
Nessa linha, outros estados, como Minas Gerais — com força expressiva da direita —, devem seguir o exemplo de São Paulo.
A fraude na campanha eleitoral para a presidência já começou — com o isolamento ilegal de Jair Bolsonaro e a perseguição a opositores — e deve se estender para as urnas, caso seja necessário para o lulismo se manter.
Mas é um risco enorme, atualmente, com o mundo — e especialmente os EUA — acompanhando o andar da carruagem.
Arriscar a fraude também em eleições para governadores é, portanto, uma temeridade, mesmo para essa gente. Portanto, comemoremos. Lula perdeu São Paulo.
E se a vontade do povo brasileiro for respeitada nas urnas, perderá também o Brasil.
E só lhe restará, como diria o saudoso Olavo, se recolher à sua insignificância.
Ou, sendo mais otimista, ser recolhido a uma cela de cadeia.
