
Nesta quinta-feira (13), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, usou as redes sociais para relatar a conversa que manteve com o chanceler brasileiro Mauro Vieira. O encontro ocorreu em Niágara, no Canadá, durante compromissos paralelos às atividades do G7, onde ambos participavam de reuniões diplomáticas. Apesar das expectativas criadas pelo governo brasileiro sobre avanços no debate do tarifaço imposto por Donald Trump, o relato oficial americano mostrou um diálogo vazio e sem qualquer resultado prático.
Rubio publicou uma foto do encontro no X e destacou apenas uma troca genérica de percepções. O secretário afirmou que conversou com Vieira sobre assuntos de “importância mútua” e sobre um “quadro de reciprocidade” nas relações comerciais entre os dois países. Nenhuma promessa, nenhuma negociação concreta e absolutamente nenhum sinal de que os EUA pretendam aliviar o tarifaço. A frieza da nota oficial deixou claro que Washington não reconhece força diplomática no governo Lula.
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Nos bastidores, cresce a percepção de que a gestão petista perdeu completamente a capacidade de articulação internacional. Desde o início da crise comercial, o Planalto alimenta discursos otimistas que nunca se concretizam. Washington segue firme em sua postura, enquanto o Brasil tenta demonstrar relevância que não possui — especialmente após seguidos atritos causados pela política externa ideológica de Lula. Mais uma vez, o governo aparece como mero figurante no tabuleiro internacional.
Rubio, aliado direto do presidente Donald Trump, já deixou claro em outras declarações que o governo americano espera mudanças estruturais no Brasil — especialmente no que diz respeito ao ambiente jurídico e institucional — antes de considerar qualquer revisão tarifária. A nota diplomática seca e sem compromissos reforça esse recado. Enquanto isso, o Brasil segue acumulando prejuízos econômicos e vexames diplomáticos sob a condução da política externa lulista.
Em resumo, mais uma tentativa frustrada de mostrar influência, e mais um capítulo em que o governo Lula retorna ao país de mãos abanando. A diplomacia brasileira, antes respeitada, hoje patina diante de líderes globais que simplesmente não levam a sério um governo que se perdeu em contradições e isolamento
