
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal, o clima está longe da paz exibida em aparições públicas. Enquanto Luis Roberto Barroso dança alegremente no Nordeste, como se nada estivesse acontecendo, a realidade é que os ministros estão desesperados com as sanções impostas pelo presidente Donald Trump, que suspenderam vistos de entrada nos Estados Unidos. O silêncio do STF esconde um incômodo profundo.
Segundo a jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews, o drama real foi revelado: “Os ministros do Supremo estão conversando com o Itamaraty porque tem um dado cruel. A suspensão de visto não é comunicada oficialmente. Todos eles têm filho, neto, mulher, e nenhum deles pode sair do Brasil. O risco é embarcar e ser deportado na entrada nos EUA.” A fala escancarou o pânico nos bastidores da Corte.
A medida do governo Trump atinge diretamente a liberdade internacional dos ministros, que agora vivem aprisionados em solo brasileiro, sem saber ao certo se estão ou não proibidos de pisar em solo americano. A falta de um comunicado oficial os impede até de recorrer ou esclarecer a situação, deixando todos os integrantes da Suprema Corte reféns da incerteza diplomática.
O Itamaraty também está perdido, sem qualquer resposta concreta a oferecer. A situação é constrangedora: ministros da mais alta Corte do Brasil impedidos de circular pelo mundo, por decisão unilateral dos EUA, e ainda sem coragem de admitir publicamente o vexame. Aparentemente, a única resposta do STF até agora foi manter o silêncio, tentando fingir que tudo segue normal.
Enquanto isso, Barroso e outros magistrados seguem fazendo aparições públicas descontraídas, numa tentativa de manter a imagem institucional intacta. Mas a farsa ruiu. A verdade é que, por trás da cortina de silêncio, o que se ouve nos corredores de Brasília é uma palavra só: pânico. E pior: Trump pode endurecer ainda mais as punições, conforme avançam os abusos da Corte.
Agora, resta saber: até quando o STF vai fingir que está tudo bem? E, mais importante, até quando os ministros continuarão se achando acima da lei, ignorando que o mundo está de olho no que acontece no Brasil? Com Trump no comando, os dias de impunidade global para certas figuras parecem estar contados.