
O governo Lula mais uma vez foi ignorado pelos Estados Unidos, deixando claro o isolamento diplomático e econômico que o Brasil enfrenta sob a atual gestão. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tentou contato com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, para evitar a aplicação da sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros — e foi sumariamente descartado.
Segundo o próprio Haddad relatou internamente, o Tesouro respondeu que a questão está “a cargo da Casa Branca”, ou seja, não há negociação possível via canais técnicos. O mesmo aconteceu com o vice-presidente Geraldo Alckmin, que na semana anterior buscou diálogo com o secretário de Comércio americano Howard Lutnick — também sem sucesso.
Essa resposta mostra que os Estados Unidos não reconhecem autoridade no governo brasileiro para negociações comerciais sérias. A relação está sendo tratada diretamente com o presidente Donald Trump, deixando claro que Lula não tem mais interlocução internacional confiável.
O tarifaço se aproxima e o Brasil está de joelhos perante uma potência, com um governo que não inspira respeito nem confiança no cenário global. Enquanto Lula insiste em bravatas ideológicas e alianças duvidosas, os empregos e a economia brasileira sofrem as consequências.
O fracasso de Haddad e Alckmin em negociar qualquer avanço mostra que não há liderança real no Planalto, apenas improviso, submissão e despreparo. Trump deixou claro: ou Lula muda, ou o Brasil pagará caro.