
A administração do presidente Donald Trump avalia impor sanções inéditas aos chefes do Legislativo brasileiro, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, em resposta à postura omissa diante da crise institucional no Brasil. A Lei Global Magnitsky pode ser utilizada contra ambos, com bloqueio de ativos, restrições bancárias e impactos no sistema financeiro internacional — uma bomba política e econômica de grandes proporções.
A estratégia americana mira primeiro Alexandre de Moraes, como teste inicial, antes de ampliar o cerco aos demais. O ministro do STF já teve o visto cancelado e é apontado como símbolo da repressão judicial no Brasil. Caso a retaliação seja bem recebida pela comunidade internacional, os próximos alvos serão os presidentes da Câmara e do Senado.
Nos bastidores da Casa Branca, cresce a irritação com a sabotagem de Hugo Motta, que trava o projeto de anistia aos réus do 8 de janeiro, e com Alcolumbre, que engaveta todos os pedidos de impeachment de Moraes, ignorando a vontade de milhões de brasileiros. A insatisfação é clara: os EUA querem reação concreta, e não cumplicidade com o autoritarismo judicial.
O senador Flávio Bolsonaro já protocolou novo pedido de impeachment, e a pressão só aumenta. Washington observa de perto, e a cada movimento de omissão do Congresso brasileiro, mais forte se torna a possibilidade de sanções contra seus líderes. A pacificação nacional, desejada por tantos, parece não interessar a quem está comprometido com o sistema atual.
A crise já não é mais apenas interna. O mundo assiste, e o governo Trump está disposto a agir. Moraes, Motta e Alcolumbre estão no radar — e se nada mudar, o próximo passo será financeiro, diplomático e global. O Brasil livre e democrático que muitos desejam precisa de líderes com coragem, e não de cúmplices do silêncio.