
O Supremo Tribunal Federal formou maioria para manter Alexandre de Moraes no processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa pedia o afastamento do ministro por clara falta de imparcialidade, mas foi ignorada por sete dos oito ministros que votaram. Apenas Nunes Marques ficou ao lado da legalidade.
A decisão mantém ainda as medidas abusivas impostas por Moraes: tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e proibição de usar redes sociais. Mesmo sem condenação, Bolsonaro segue sendo tratado como criminoso, enquanto aliados de Lula seguem livres e blindados. A justiça virou instrumento político.
Flávio Dino e Cristiano Zanin, ambos ligados ao governo Lula, também foram mantidos no caso. A atuação conjunta do STF mostra que não há mais neutralidade no julgamento. Para muitos brasileiros, o tribunal virou parte da militância da esquerda contra o conservadorismo.
A decisão do STF reforça a tese de que o objetivo é impedir Bolsonaro de disputar as eleições de 2026. A cada nova ação, mais pessoas acordam para o autoritarismo travestido de legalidade. A direita não vai aceitar calada essa tentativa de golpe institucional contra seu maior líder.