
Um relatório da Polícia Federal (PF) aponta que o ministro Alexandre de Moraes utilizou sua conta institucional, na madrugada de 15 de janeiro de 2024, para acessar e editar um documento relacionado a um contrato de R$ 131 milhões.
O negócio privado envolvia o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master.
- Trump perde maioria na câmara e no Senado após vitória dos democratas
- Redução da maioridade penal fica fora da PEC da Segurança Pública e expõe mais uma “falsa” promessa eleitoral de Lula (veja o vídeo)
- Ao vivo, repórter é agredido por mulher durante reportagem
- A escancarada confissão de uma jornalista da GloboNews (veja o vídeo)
- Em poucas palavras, Nikolas detona decisão absurda do Governo Lula
Um flagrante desvio que faz desmoronar a isenção que deve nortear as ações de um ministro da Suprema Corte.
Ao misturar sua atuação no STF com os negócios milionários de sua própria família, o magistrado cometeu uma grave afronta à ética da magistratura, fornecendo munição incontestável para que setores sociais e políticos exijam sua imediata responsabilização por advocacia administrativa.
Siga nossas redes sociais e fique por dentro das principais notícias, análises e conteúdos exclusivos.
