
O jornalista Lauro Jardim trouxe à tona novos questionamentos envolvendo a Maridt Participações, empresa que oficialmente pertence aos irmãos do ministro Dias Toffoli. No texto, ele afirma que as investigações conduzidas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República sobre o caso Banco Master podem inevitavelmente ampliar o foco sobre a atuação dessa empresa.
Segundo o jornalista, uma das principais dúvidas gira em torno da natureza das atividades exercidas pela Maridt. Teria ela prestado serviços de consultoria? Havia contratos com escritórios de advocacia prevendo pagamentos mensais? De acordo com o que foi publicado, há suspeitas de que a resposta possa ser positiva para ambas as perguntas.
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A análise ganhou novo peso após a interpretação do jurista André Marsiglia. Para ele, existe a possibilidade de que a empresa tenha recebido valores que teriam origem indireta no Banco Master, por meio de escritórios de advocacia, o que, caso comprovado, poderia caracterizar uma estrutura destinada a ocultar pagamentos indevidos.
Marsiglia sustenta que, se esse cenário vier a ser confirmado pelas investigações, as consequências institucionais seriam profundas, podendo atingir não apenas um, mas dois ministros da Suprema Corte. Trata-se, portanto, de um desdobramento que eleva ainda mais a tensão em torno do caso.
Até o momento, porém, trata-se de hipóteses levantadas no âmbito jornalístico e interpretativo. A confirmação ou não dessas suspeitas dependerá do avanço das apurações oficiais conduzidas pelas autoridades competentes.
