
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (17) que pode abrir espaço para conversas com o ditador venezuelano Nicolás Maduro, embora sem revelar detalhes sobre o possível formato do diálogo. Segundo Trump, “eles gostariam de dialogar”, deixando claro que a iniciativa parte do regime venezuelano, hoje fragilizado e pressionado por uma crise interna crescente. A fala gerou repercussão imediata no cenário internacional.
As tensões entre EUA e Venezuela aumentaram nas últimas semanas, especialmente após o governo Trump ordenar o bombardeio de embarcações suspeitas de transportar drogas e enviar o porta-aviões USS Gerald Ford ao Caribe.
A demonstração de força colocou Maduro em posição defensiva. Em tom desesperado, o ditador chegou a cantar Imagine, de John Lennon, durante comício, apelando por “paz e diálogo” para evitar um confronto direto com os Estados Unidos.
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Internamente, Maduro vive um cenário de isolamento político e risco de colapso, motivo pelo qual estaria disposto a qualquer gesto para evitar uma queda iminente. A súbita mudança de postura do ditador demonstra que o regime chavista sente o impacto da pressão militar e diplomática imposta pelos americanos. O próprio discurso pacifista de Maduro contrasta com anos de repressão, censura e autoritarismo.
Para analistas internacionais, Trump adota uma postura estratégica ao anunciar possíveis conversas. O republicano é conhecido por seu estilo negociador agressivo, capaz de pressionar adversários a ceder sem oferecer vantagens imediatas. Assim, esse “diálogo” tende a funcionar como uma armadilha calculada, forçando Maduro a abrir a guarda e revelar fragilidades. Sem alternativas, o ditador venezuelano pode acabar entregue ao jogo duro imposto por Washington.
