
Uma repórter questionou a advogada de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o motivo das muitas “condições” impostas para a liberação dos sigilos do candidato.
A advogada respondeu: “Não é nem condição, é que a transparência não pode ser pela metade. Se ele não usa um telefone, de que valia tem ele me dar um telefone que estava na caixa?”
A declaração ocorre no contexto do acordo entre as campanhas de Flávio e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a abertura mútua de sigilos bancário, fiscal e telefônico, protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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