
O banqueiro Daniel Vorcaro solicitou ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, a revogação da prisão preventiva ou a troca por medidas cautelares.
Os advogados sustentam que há excesso de prazo na prisão, vigente desde março, e que não surgiu fato novo a justificar a manutenção.
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Também apontam a “indefinição” das apurações sobre o Banco Master, que teria se agravado com o pedido de vista na sessão extraordinária do STF de terça-feira, 15.
Fachin determinou que as investigações do Master fossem remetidas ao seu gabinete, em meio a questionamentos sobre a condução do relator André Mendonça.
“A prisão preventiva do Peticionário, contudo, não pode permanecer indiferente a esse estado de indefinição. Se a própria Corte ainda delibera sobre relatoria, competência e validade de atos da investigação, e se, repete-se, apenas a devolução da vista pode consumir até 90 (noventa) dias, não se mostra legítimo que o único dado estável do processo seja o cárcere do investigado”, afirma a defesa do banqueiro.
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