
Pavinatto cita caso Clezão:
“Quando Clezão morreu, eram diversos os pedidos de domiciliar acompanhados de laudos médicos nos autos. Quando Clezão morreu na prisão: • Gonet não viu omissão, negligência, prevaricação nem abuso de Moraes; •
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Toffoli mandou arquivar o pedido de ação penal; • em recurso, Toffoli copiou e colou a decisão recorrida sem sanar a falta de fundamentação; • foi acompanhado, sem leitura do recurso nem do voto, por Mendes, Mendonça, Nunes Marques e Fachin.
LOGO: Moraes não está nem aí pra vida de Bolsonaro… ainda mais com esse precedente, uma espécie de “licença para matar ou deixar morrer”.
