
São várias as queixas contra a presidência de Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal, sobretudo pela falta de pulso para enfrentar a crise que a Corte atravessa. Ministros já discutem atropelar o rodízio que elege o ministro mais antigo, e que ainda não tenha sido presidente, como comandante do Supremo. Como isso é apenas uma tradição, sem previsão no Regimento Interno, gabinetes no STF já falam em votação para impedir a escolha de Alexandre de Moraes como presidente, segundo o jornalista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder.
Nenhum movimento brusco será feito ao menos até a eleição para o comando do Senado, com poder de abrir impeachment de ministros.
A divisão na Corte, no caso Master, se repete na sucessão de Fachin. Parte dos ministros não quer Moraes, citado no caso, eleito.
A tensão havia diminuído depois do barraco no plenário, ainda em setembro. Mas voltou após decisões ativistas, como no caso da Padroeira do Brasil.
Se os ministros optarem por seguir a lista, pulando Moraes, o próximo eleito seria Nunes Marques, também citado no inquérito do Master.
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