
Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu o que parecia impossível: afundar o Brasil num buraco sem precedentes diplomáticos, econômicos e institucionais. Com um comportamento arrogante e ideológico, Lula ignorou alertas e apostou na política do “quanto pior, melhor”, jogando o país contra os principais parceiros internacionais — e agora a fatura começa a chegar com força total.
No Palácio do Planalto, o clima é de tensão. Assessores próximos admitem em conversas reservadas que Lula pode ter exagerado na dose, especialmente com o discurso agressivo contra os Estados Unidos e o presidente Donald Trump. O temor é de que os danos do tarifaço — já refletidos no comércio, na indústria e nos preços — se transformem em rejeição eleitoral em 2026, quando o petista tentará a reeleição.
Embora o governo continue tentando vender a retórica da “soberania nacional” para manter sua base ideológica engajada, até aliados reconhecem que isso não enche carrinho de supermercado. Um interlocutor do Planalto foi direto: “O que preocupa, de verdade, é quando o supermercado ficar mais caro, quando a indústria começar a demitir. Aí, não tem soberania que segure a insatisfação popular”.
O cenário revela o fracasso de uma política externa guiada pela vaidade e pelo confronto ideológico, em vez do pragmatismo e da defesa dos interesses reais do povo. Enquanto outros países negociaram acordos vantajosos com os EUA, Lula preferiu o embate, e agora o país sofre as consequências de uma gestão inconsequente e alheia à realidade econômica brasileira.
A conta chegou, e quem paga é o cidadão comum. Com preços subindo, empregos em risco e o Brasil isolado no cenário internacional, cresce a insatisfação silenciosa que pode explodir nas urnas. Nem a militância mais cega conseguirá conter a revolta popular quando a crise bater à porta das famílias brasileiras.