
O governo dos Estados Unidos se prepara para anunciar novas sanções contra autoridades brasileiras de alto escalão. O foco está nos ministros do STF e em figuras próximas a Lula, que poderão ser alvo de medidas severas já na próxima semana. As ações têm como base a Lei Magnitsky, usada para punir violadores de direitos humanos e envolvidos em corrupção sistêmica ao redor do mundo.
Com base na legislação americana, as sanções podem incluir congelamento de bens nos EUA, cassação de vistos e proibição de uso de serviços financeiros no país. A iniciativa é vista como uma resposta direta ao abuso de autoridade e à crescente censura política que tem ocorrido no Brasil nos últimos anos — especialmente por parte de membros do Judiciário aparelhado e do círculo próximo do governo petista.
O alerta foi feito por Lourival Santana, analista internacional ouvido pela CNN Brasil, que antecipou a possível ofensiva diplomática norte-americana. O movimento representa um duro golpe para quem vinha se achando intocável no cenário interno. O recado de Trump é claro: os que atentam contra a liberdade de expressão e os direitos civis serão responsabilizados — inclusive fora do Brasil.
Além das punições diretas, bancos, empresas e instituições que mantiverem relações com os sancionados também podem sofrer retaliações secundárias. Isso significa que manter laços com figuras acusadas de perseguição política pode se tornar um risco jurídico e financeiro até para instituições privadas. O isolamento se intensifica — e a conta começa a chegar para os autoritários de toga e seus aliados.
A expectativa é de que os nomes envolvidos nas sanções sejam divulgados em breve. O temor nos bastidores do STF é real, já que muitos ministros têm patrimônio e familiares no exterior, especialmente nos EUA. Agora, a chamada turma do tapetão começa a perceber que o abuso de poder tem preço — e que o mundo está de olho no que está sendo feito contra o povo brasileiro.