O clima entre Brasil e Estados Unidos voltou a esquentar após uma nova revelação da CNN Brasil: o governo Trump estaria prestes a anunciar mais sanções e retaliações contra o Brasil, além daquelas já impostas nas últimas semanas. A informação vem de fontes ligadas à Casa Branca e reforça o cenário de crescente tensão diplomática entre os dois países.

Segundo a emissora, as novas medidas devem ser anunciadas já no próximo mês, e têm como alvos não apenas setores econômicos, mas também autoridades do Supremo Tribunal Federal, como Alexandre de Moraes. O presidente americano estuda utilizar a Lei Magnitsky, que permite a aplicação de sanções contra estrangeiros acusados de violações de direitos humanos ou corrupção — o que escancara o nível do desgaste político entre os governos.

Até o momento, os Estados Unidos já suspenderam vistos de entrada de ministros do STF, bloquearam bens e contas bancárias de algumas figuras envolvidas em decisões consideradas autoritárias e passaram a aplicar um tarifaço de até 50% em produtos brasileiros, com destaque para o agronegócio e setores de tecnologia. Agora, a expectativa é de que Trump endureça ainda mais esse pacote.

Fontes próximas a Marco Rubio e parlamentares republicanos informaram que a nova etapa das sanções pode atingir setores estratégicos da economia brasileira, além de limitar operações financeiras internacionais e intercâmbios técnicos e diplomáticos. Isso deve provocar forte impacto sobre empresas brasileiras que mantêm contratos ou parcerias nos EUA.

Dentro do governo Lula, o clima é de apreensão. Segundo apurou a Bloomberg, o Planalto já discute medidas de retaliação contra empresas norte-americanas, incluindo possíveis restrições a dividendos, compras públicas e investimentos estrangeiros. Há o risco de o Brasil se tornar um “pária” nos mercados globais caso o conflito se agrave.

A oposição, por outro lado, vê as retaliações de Trump como consequência direta das ações autoritárias de ministros do STF, que vêm sendo denunciadas por censura, perseguição e atropelo à Constituição. Para aliados de Bolsonaro, as medidas dos EUA seriam uma resposta legítima contra abusos do Judiciário brasileiro, que agora colhem as consequências de suas decisões.

Esse embate diplomático, que já era intenso, agora caminha para uma escalada ainda maior. O governo norte-americano parece decidido a pressionar o Brasil até o limite, exigindo respeito à liberdade de expressão, às plataformas digitais e à democracia. E ao que tudo indica, a próxima leva de sanções virá ainda mais pesada.

By Jornal da Direita Online

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