
Durante um evento público nesta quinta-feira, um homem foi brutalmente agredido após gritar que Lula é ladrão. A cena aconteceu diante de dezenas de pessoas, que testemunharam a reação violenta de apoiadores do petista. O homem foi cercado por militantes e arrastado para fora do local sob vaias e empurrões. Testemunhas afirmam que seguranças assistiram à agressão sem intervir. A vítima teve que deixar o evento escoltada, enquanto era xingada por manifestantes. O caso gerou forte repercussão nas redes sociais.
Vídeos do momento em que o cidadão é expulso circulam pela internet e mostram a intolerância com qualquer crítica ao atual presidente. Não houve qualquer tentativa de garantir a liberdade de expressão do manifestante. Ao contrário: a violência foi a resposta imediata à simples menção de corrupção. Lula, que estava no palco, ignorou completamente a agressão, não se manifestando nem para conter os ânimos. O silêncio do presidente diante do episódio apenas reforça o ambiente autoritário que cerca seus apoiadores. A esquerda, que tanto fala em democracia, age com punhos de ferro contra quem pensa diferente.
Especialistas em direito constitucional alertam que o caso pode configurar violação à liberdade de expressão, garantida pela Constituição. Chamar um político de “ladrão” pode ser interpretado como manifestação política, e não como crime. No entanto, no Brasil atual, onde críticas a Lula são tratadas como ofensas graves, o cidadão comum corre riscos até em ambientes públicos. A postura dos presentes no evento escancara o clima de intolerância e fanatismo que cerca o petismo. A agressão física como resposta a uma fala mostra o quanto a democracia brasileira está sob ataque.
Entidades que dizem defender os direitos humanos permaneceram em silêncio sobre o caso. Nenhum pronunciamento foi feito por ONGs ou autoridades em defesa da vítima agredida. O homem, que preferiu não se identificar por medo de represálias, afirmou que só disse o que milhões de brasileiros pensam. Enquanto isso, Lula segue sendo blindado por uma militância que reage com ódio a qualquer forma de oposição. O episódio é mais uma prova de que o Brasil vive um autoritarismo disfarçado, onde a verdade e a crítica são tratadas como crime.